As novas regras hoje aprovadas pela Comissão Europeia vão permitir a emissão de certificados de recuperação com base num teste de antigénio, ou teste rápido. Até agora era necessário que fosse feito um teste PCR.
A confirmação é dos Serviços Partilhados do Ministério da Saúde (SPMS) que adianta que já foram emitidos mais de 13,7 milhões de certificados digitais, a grande maioria a atestar a vacinação contra a COVID-19.
Já foram emitidos mais de 3,8 milhões de certificados digitais COVID da UE, validando a vacinação, o teste ou a recuperação da doença, mas há alguns utilizadores que não conseguem completar o processo no site.
O objetivo é tornar a verificação dos certificados digitais COVID numa “experiência o mais tranquila possível”, afirma a Comissão Europeia, que apela aos países europeus uma “abordagem mais bem coordenada” durante a época turística do Verão.
Os passaportes de vacinação estão a ser amplamente discutidos nos Estados Unidos, apesar de não existir um consenso geral quanto à sua implementação. Embora alguns estados norte-americanos já tenham aprovado os seus próprios documentos, com outros a explorar ideias semelhantes, há um conjunto que segue o caminho oposto, considerando ou aplicando proibições.
Entra hoje oficialmente em vigor o Certificado Digital COVID para toda a Europa, também conhecido como passaporte verde. No portal do SNS24 já permite pedir o documento que facilita as viagens de férias para o estrangeiro durante as férias, e não só.
O modelo de certificado digital para a Covid-19 aprovado pela União Europeia foi esta quinta-feira aprovado em conselho de ministros e no mesmo dia foi homologado por Marcelo Rebelo de Sousa. Está a ser emitido desde meados de junho e o número de pedidos foi revelado.
Para o presidente da república, Marcelo Rebelo de Sousa, o certificado digital covid deverá ser utilizado na definição das restrições impostas aos concelhos.