O TikTok está a colaborar com as autoridades portuguesas sobre o vídeo relativo a uma alegada violação de uma menor de 16 anos em Loures, que terá tido 32 mil visualizações antes de ser retirado da rede social.
Nos últimos meses as ferramentas do grupo Lockbit terão sido usadas por cerca de uma centena de grupos afiliados para lançar ataques de ransomware e tentar extorquir milhões de euros a empresas em todo o mundo, incluindo Portugal. O reinado do Lockbit parece ter chegado ao fim, mas há quem diga que não.
Mais de 2.000 publicações relacionadas com terrorismo e extremismo violento foram assinaladas à plataforma TikTok no âmbito de uma operação europeia de referenciação e remoção de conteúdos online em que participou a Polícia Judiciária (PJ) portuguesa.
As autoridades do Reino Unido testaram o sistema de vigilância online durante o último ano e os resultados positivos podem significar a expansão para todo o país. A tecnologia é apresentada como uma ferramenta para as forças policiais, mas está a gerar críticas pelos limites à privacidade dos cidadãos.
Coordenada pela Interpol, a operação HAECHI-II apurou que os criminosos recorriam a esquemas de emails fraudulentos direcionados contra empresas, roubando-lhes dinheiro e depositando-o depois em contas bancárias espalhadas um pouco por todo o mundo.
A operação “Dark Hun TOR” levou à detenção de vários suspeitos considerados como "alvos importantes" para a Europol. As autoridades apreenderam também 26,7 milhões de euros em dinheiro e em Bitcoin, além de drogas e armas.
Conhecido por levar a cabo vários ataques de ransomware que abalaram o panorama da cibersegurança em 2021, o grupo REvil foi “contra-hackeado” por uma operação que reuniu entidades de vários países.
As polícias só podem usar câmaras que reconhecem pessoas através de dados biométricos na prevenção de terrorismo e com mandado judicial, esclareceu hoje o secretário de Estado Adjunto e da Administração Interna, reconhecendo que esta é uma “matéria sensível”.