Investigadores europeus defendem que as escolas não devem proibir a entrada dos telemóveis dos alunos
Maio 30, 2025Aplicação ajuda a medir o impacto ambiental das viagens e estadias em Cascais
Maio 30, 2025A investigação da Polícia Judiciária foi realizada através da Diretoria do Norte e dá sequência a uma investigação de práticas identificadas em 2023, que deu origem a uma operação policial, em julho de 2024. Agora a autoridade policial diz que terminou a investigação de burla por meio informático associada ao arrendamento de casas para férias, no âmbito de um inquérito titulado pelo DIAP Regional do Porto.
“Foram identificadas e ouvidas 143 vítimas, constituídos 20 arguidos, três dos quais em prisão preventiva, e identificadas 18 contas bancárias usadas pelos autores para receber os pagamentos”, escreve a PJ em comunicado. Os prejuízos causados às vítimas ultrapassaram os 150 mil euros.
Segundo os dados, a atividade “passava pela criação de perfis falsos nas redes sociais e plataformas de vendas online, com vista a aliciar potenciais interessados em arrendamentos de casas para férias, localizadas em várias zonas do país”.
[related-post id=”390742″ post_type=”post” /]Os potenciais clientes eram persuadidos a fazer pagamentos, a título de reserva, para contas bancárias detidas por terceiros angariados para este efeito, num esquema de “Money Mules”, que eram posteriormente usadas pelos autores das burlas para receberem o dinheiro.
Em junho já tinham sido realizadas 23 buscas domiciliárias e detidas seis pessoas pela prática dos crimes de burla qualificada, falsidade informática, branqueamento e uso de documento de identificação ou de viagem alheio. A PJ indica que foram também detidas outras duas pessoas por posse de arma e munições proibidas.
As armadilhas online têm-se tornado cada vez mais especializadas, e os ataques de phishing estão a multiplicar-se. Ainda esta semana foi denunciado um esquema que usava cartazes de publicidade no Metro em Portugal.
Veja alguns dos esquemas mais recentes na galeria
[photo-gallery id=”258756″ thumbnails=”417659,417660,417661,415911,415912,410474,410475,408745,408744,407998,389637,389638,389639,380816,380815,380817,371255,366125,366126,366127,358574,358576,357132,348408,347650,347643,346301,338716,338717,338718,338719,327875,324400,324404,324065,324067,317460,317461,321861,315663,308766,304740,304741,304739,301650,301649,300468,300467,300466,300464,300462,299516,299513,299489,258810,258811,258812,258813,258814,258757,258758,258759,258760,258761,258762,239163,239161,239162,239159,239160,239156,239157,239158,224547,222859,218904,218901,218903,218902,252208,250797,239178,239180,239179,239176,239177,239175,239173,239174,239171,239172,239170,239168,239169,239165,239166,239167″ layout=”linear”/]A Polícia Judiciária tem feito vários alertas para este tipo de prática criminosa, recomendando que seja feita uma pesquisa e procura de “fontes credíveis de apresentação de anúncios, sejam jornais, revistas ou sites”. Confirmar opiniões de pessoas de confiança, verificar o nome correto no domínio do site antes de fazer qualquer ação, fazem também parte das recomendações.
[related-post id=”258716″ post_type=”post” /]Como noutros casos, a PJ lembra ainda que não devem ser facultados os dados pessoais sem um contacto prévio e uma formalização credível da oferta da empresa, não fazendo transferências de dinheiro para garantir reservas antes de verificar o alojamento.
Nota da Redação: A notícia foi atualizada com mais informação. Última atualização 12h15
