O projeto da Aquaponics funde a aquacultura e hidroponia num projeto de aquaponia que pode ser aplicado nos lares ou em escala industrial. A ideia foi mostrada no Portugal Smart Cities Summit.
Já houve um tempo em que as soluções de smart cities eram “empurradas” pela indústria, com ideias que as cidades seguiam mais ou menos rapidamente. Agora o motor das soluções mais inteligentes são os municípios.
O projeto está integrado na iniciativa de mobilidade da cidade de Viseu e deve avançar no terreno no próximo ano com dois veículos autónomos para substituir o atual funicular.
Nem todas as soluções apresentadas no Portugal Smart Cities Summit são só para o "amanhã". Diversas aplicações e tecnologias já estão a ser aplicadas na vida das cidades e dos cidadãos portugueses.
A gestão da informação, e a informação de gestão, estão entre os principais desafios das cidades inteligentes. Os municípios defendem uma estratégia de dados abertos, numa lógica de rede.
Sem grande organização prévia, está a surgir em Portugal um cluster ligado a soluções de smart cities, que junta os municípios e a indústria. Mas é preciso financiamento para dinamizar as ideias e garantir capacidade de internacionalização.
No último ano Portugal evoluiu muito no campo das smart cities e está a conseguir dinamizar um cluster virado para as cidades inteligentes que tem grande potencial de internacionalização.
As portas do Centro de Congressos de Lisboa abrem-se amanhã, dia 11, para três dias de conferências, networking e apresentação dos projetos de mais de 60 startups que trabalham o conceito de smart cities.
Municípios, empresas, startups, agentes individuais e o meio académico vão reunir-se para discutir o futuro das cidades inteligentes. O Portugal Smart Cities Summit 2018 acontece no Centro de Congressos de Lisboa, de 11 a 13 de abril.