Os laboratórios de análises clínicas Germano de Sousa mantêm-se hoje fechados ao público na sequência do ataque informático, estando o grupo a tomar as diligências necessárias para recuperar a sua atividade o mais breve possível.
A ministra da Justiça assumiu que está “preocupada” com os ciberataques que têm ocorrido, mas rejeitou qualquer sentimento de insegurança, apesar de reconhecer que nenhum país está imune.
Um estudo da MDS Research refere que apesar de mais de um terço dos empresários e gestores identificarem o risco cibernético, menos de 1% das empresas têm a ferramenta de transferência de risco para as seguradoras.
A Agência da União Europeia para a Cibersegurança (ENISA) disse hoje à agência Lusa estar a “acompanhar de perto” os recentes ciberataques em Portugal e presta apoio à equipa portuguesa de resposta de emergência membro da rede europeia.
O Banco de Portugal assegurou hoje que "intensificou e direcionou o foco dos controlos internos" de cibersegurança face aos recentes ciberataques que se têm registado em Portugal.
O impacto verificado nos serviços da Vodafone "encontra-se em fase final de resolução", com "um volume já bastante residual de clientes afetados", disse hoje à Lusa fonte oficial da operadora de telecomunicações.
(atualizada 12h13) Esta quinta feira os laboratórios Germano de Sousa foram alvo de um ataque informático através de malware. Tudo indica que os dados dos doentes não terão sido atingidos mas a ligação com postos de colheita de análises foi afetada. Os prejuízos funcionais e financeiros estão por apurar.
Segundo dados do CNCS, a percentagem de entidades que têm uma estratégia definida para a segurança de informação diminuiu de 67% para 61%, com destaque para a Administração Pública Central, onde o número de organismos com planos de segurança tem vindo a descer desde 2018.