Os investigadores do departamento de cibersegurança da gigante tecnológica revelam que a vulnerabilidade BlueKeep tem vindo a ser cada vez mais explorada por hackers e recomendam cuidados redobrados para sistemas mais antigos.
Durante o Web Summit a global chief do departamento de cibersegurança da empresa alemã deixou quatro conselhos às empresas para responder a este que é um problema crescente.
A decisão terá surgido depois de uma carta enviado ao Centro Nacional de Contraterrorismo dos Estados Unidos, onde se fala de uma app que pode “ser manipulada pelo governo chinês”.
No seu relatório acerca do “estado da arte” do phishing, a empresa de segurança indica que a Microsoft, a PayPal, a DHL e a Dropbox foram as mais afetadas.
Entre elas estaria uma vulnerabilidade que permitia que hackers controlassem remotamente os equipamentos das vítimas. A Apple já lançou atualizações de segurança para resolver as falhas.
Os senadores acusam a app de criação de vídeos de ser manipulada pelo governo chinês e de poder vir a influenciar as próximas eleições americanas. Mas o Tik Tok garante que isso não acontece.
Os cibercriminosos têm ligações à GRU, a agência de inteligência militar do governo russo. Os culpados são reincidentes, tendo vindo a atacar organizações desportivas desde 2016.
Depois de os 28 Estados-Membros terem definido os OSE a Comissão Europeia fala agora em desafios que deverão ser ultrapassados em prol da cibersegurança na Europa. Curiosamente, Portugal é o segundo país com o maior número de serviços apresentados.