5 anos depois de virar o panorama da cibersegurança às avessas, o “fantasma” do WannaCry continua a pairar e, ao contrário do que se possa pensar, ainda é uma ameaça ativa.
Vários sites institucionais italianos voltaram a sofrer ataques informáticos que foram reivindicados pelo grupo pró-russo Killnet, que já tinha tentado perturbar o Festival da Eurovisão da Canção, realizado na semana passada em Itália, divulgou hoje a imprensa italiana.
O Departamento indica que por “agir de boa fé” entende-se o acesso a sistemas informáticos com o propósito de testar, investigar e/ou corrigir vulnerabilidades, sem causar dano a indivíduos ou ao público em geral.
Os especialistas da Kaspersky indicam que, em Portugal, 17% das pessoas inquiridas confirmam ter sido vítimas de incidentes de perseguição, por parte de um companheiro, com recurso à tecnologia.
Uma das plataformas do Júri Nacional de Exames poderá ter sido alvo de acesso indevido por um pirata informático, mas o Ministério da Educação garante que a área alegadamente invadida tem apenas informação do “domínio público”.
O hacker português Zambrius, fundador do grupo de piratas informáticos CyberTeam, terá acedido a múltiplas plataformas que fazem parte dos serviços do Estado em como Saúde, Educação e Forças Armadas.
Os especialistas da Trend Micro detetaram mais de 200 aplicações que escondem o spyware Facestealer, entre apps de exercício, fotografias, jogos, gestão e até supostas redes virtuais privadas. Algumas das aplicações foram instaladas centenas de milhares de vezes.
O ataque DDoS sofrido pela Lusa foi comunicado às “autoridades competentes”, com a agência a reunir esforços para reforçar a segurança das suas plataformas.