O clube da luz procura métodos alternativos para identificar os responsáveis pelos servidores na Internet, que alojaram as informações contidas nos emails confidenciais.
São muitas as organizações (87%) que funcionam com um orçamento limitado para garantir o nível de cibersegurança e de resiliência de que necessitam e mais de metade (55%) não encara a proteção da empresa como uma parte integrante da sua estratégia.
As moedas digitais continuam a "sofrer" com o interesse do mundo do crime. Este método de pagamento também está a ser frequentemente usado na aquisição de serviços online com objetivos criminosos.
As conclusões resultam de uma análise publicada pelo Ministério da Economia, que entre os “remédios” defende que o Estado devia fazer campanhas de sensibilização sobre os perigos online, não só para empresas, mas também para cidadãos.
A tecnológica admitiu que a plataforma nunca foi exímia nos indíces de engagement, mas a rede social vai continuar a funcionar em exclusivo com utilizadores corporativos.