O amor pode andar no ar, mas nem sempre anda de mãos dadas com a privacidade na internet. Um estudo mostra que são muitos aqueles que espreitam o que os seus parceiros andam a fazer online.
Um grupo de especialistas em tecnologia fundou a The Center for Humane Technology, uma organização cujo objetivo é sensibilizar os mais novos para os efeitos negativos da tecnologia na sociedade.
A opção está apenas disponível para páginas comerciais, mas o Instagram garante que será alargada a todos os utilizadores até ao final do primeiro trimestre de 2019.
À medida que se prepara para a entrada em vigor do Regulamento Geral sobre a Proteção dos Dados Pessoais, a rede social publicou os seus princípios de privacidade para ensinar os utilizadores a gerir os seus dados pessoais na plataforma.
Entre os jovens processados pelo Ministério Público da Dinamarca encontram-se também menores que terão, alegadamente, partilhado pelo Messenger conteúdos sexuais de um casal de 15 anos.
Depois da pressão da UE para as empresas implementarem medidas de combate aos conteúdos ilegais online, chegou a altura de ver quais os progressos realizados e as lições aprendidas.
A rede social, adquirida pelo Facebook em 2014, tem mais de mil milhões de utilizadores em mais de 180 países. Durante o último dia de 2017, atingiu a marca histórica de 75 mil milhões de mensagens trocadas.
A suspeita partiu de Li Shufu, líder da gigante automóvel chinês Geely, que acredita que a Tencent, tecnológica que desenvolveu o WeChat, monitoriza todas as contas.
As tecnológicas vão ter 24 horas para remover posts ofensivos. Falha na moderação das suas redes sociais e serviços pode custar até 50 milhões de euros.