Os investigadores da Universidade de Oxford que realizaram o estudo indicam também que, em 2019, a China tornou-se numa das forças motrizes da propagação de informação falsa a nível mundial.
Em causa está um dos “problemas do costume”, questões relacionadas com concorrência. A confirmar-se esta será a quarta investigação do género ao Facebook nos EUA.
A proposta foi da Royal Society for Public Health que desafiou os britânicos a registarem-se na campanha Scroll Free September para perceberam “o que andaram a perder”.
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