O anúncio foi feito hoje com o governo da Austrália a confirmar que vai proibir que os funcionários e executivos usem a aplicação chinesa TikTok nos dispositivos de trabalho.
Entre as empresas que verificam as redes sociais antes de preencherem as vagas de emprego disponíveis, 75% afirmam ter descartado candidatos com base nas informações que encontraram. Facebook e LinkedIn são as redes mais usadas para a análise.
Os signatários europeus pretendem que os gigantes tecnológicos ajam contra a manipulação de informação e interferência, que incluem campanhas de desinformação que destabilizam a paz e estabilidade na Europa, em redes sociais como o Facebook.
Joe Biden, Lebron James e Ben Shapiro são três dos 14 nomes revelados por um relatório da Platformer como utilizadores que estarão a ser promovidos no Twitter.
Elon Musk revelou na sua conta do Twitter medidas para combater os "bots" de inteligência artificial da rede social, incluindo a limitação de criação de inquéritos a contas verificadas.
O Instagram levou João Bernardino a redescobrir a fotografia e é na rede social onde partilha as suas criações com o mundo. Ao SAPO TEK, o fotógrafo e criador de conteúdo conta como a tecnologia, incluindo a inteligência artificial, marca o seu trabalho.
O Governo francês proibiu hoje a instalação e o uso de aplicações recreativas, como a rede social chinesa TikTok e a plataforma norte-americana de streaming Netflix, nos telemóveis de trabalho dos 2,5 milhões de funcionários públicos.
A China assegurou hoje que "nunca pediu, nem pedirá" a empresas ou indivíduos que violem a legislação de outro país para recolher informações, numa altura em que Washington ameaça banir a rede social TikTok nos Estados Unidos.
Depois dos Estados Unidos, União Europeia e outros países, a iniciativa CpC apela ao bloqueio da aplicação TikTok em equipamentos oficiais do Governo e autarquias locais.