De acordo com Margrethe Vestager, a proposta para carregador universal na União Europeia “está na reta final”, embora a responsável ainda desconheça o cronograma para a apresentação da mesma.
No seu discurso do Estado da União, Ursula Von der Leyen sublinhou o papel das competências digitais no processo de recuperação da União Europeia. E, porque “não há digital sem chips”, Bruxelas pretende apresentar o European Chips Act para cumprir as metas da “Bússola Digital”.
A revisão da legislação europeia está em debate e a Alemanha quer que a Comissão Europeia vá mais longe no esforço de contribuir para que a maioria dos europeus tenham smartphones seguros e com peças disponíveis para substituição.
Um novo estudo revela que que revela que um total de 612 empresas, grupos e associações empresariais “estão a fazer lobby ativamente para influenciar as políticas da economia digital” na União Europeia. O lobby tecnológico é dominado por 10 empresas, que são responsáveis por quase um terço do total gasto.
65% da população portuguesa já dispõem do certificado digital europeu, desde que começou a ser emitido a 16 de junho. O passaporte verde é passado a pessoas que tenham sido vacinadas, apresentaram teste com resultado negativo ou recuperado da COVID-19.
Ao que tudo indica, Bruxelas ainda estará a afinar os últimos pormenores da legislação que apresentará em setembro com vista à implementação de um carregador universal para smartphones e outros equipamentos eletrónicos.
Um novo relatório do Observatório Europeu para o 5G revela que 25 países da União Europeia já dispõem de serviços comerciais de redes móveis de quinta geração. Portugal, que continua a sua “longa travessia” no leilão, e Lituânia são os únicos que ainda não os têm.
Os Estados Unidos, a NATO e outros países aliados condenaram a China pelos ciberataques de grande escala a nível global, incluindo aos servidores de email da Microsoft em março, que colocaram em risco a economia e a segurança nacional.
Não só quer reduzir a sua dependência tecnológica na indústria, mas aumentar a sua quota da produção global de chips para 20% até 2030. Os dados, Edge e cloud são outros sectores tecnológicos que a União Europeia quer liderar.