A grande maioria dos portugueses com perfil criado em redes sociais costuma ver vídeos nessas plataformas. O Facebook é o serviço mais mencionado e o humor o género preferido.
Este é, com certeza, um recurso que agrada aos fãs (saudosistas) da época em que os jogos de consola andavam à volta dos bits. Mas muito provavelmente há outros interessados.
Provavelmente já viu que há novas máscaras e figuras para usar no Instagram a propósito do Halloween, mas a nova funcionalidade que a rede social está a testar não é sazonal: a ser lançada, vem para ficar.
Os resultados financeiros estão no bom caminho e podem levar a que a rede social registe lucro ainda em 2017, pela primeira vez na sua história. Só que há notícias menos boas.
Com um ou outro abandono pelo meio, a plataforma criada por Mark Zuckerberg permanece como a preferida dos portugueses, mas o Instagram é o serviço que mais cresce. O WhatsApp também tem somado pontos.
Se está entre os que demoram uma eternidade a escolher hashtags cada vez que publica uma foto numa rede social, a Tagzam foi feita à medida para si. E mesmo não estando, não perde nada em conhecer a história desta app criada por portugueses.
O Facebook está a testar novas opções e uma delas é a possibilidade de encomendar comida, sem sair da aplicação. Outra é a possibilidade de os utilizadores fazerem o upload do seu curriculum vitae na rede social.
No dia em que entrega ao Congresso o conteúdo de 3.000 anúncios comprados por uma agência russa durante a campanha eleitoral para as presidenciais nos EUA, a tecnológica revela ter contratado 1.000 pessoas para avaliarem conteúdos publicitários.
A CNE avisou que é proibido fazer propaganda “por qualquer meio na véspera e no dia da eleição”, o que inclui as redes sociais, mas foram muitas as denúncias relacionadas com o Facebook.