O presidente dos Estados Unidos diz que Google, Twitter e Facebook navegam “em águas muito agitadas e devem ter cuidado" por aquilo que considera ser falta de imparcialidade política.
Facebook, Twitter e Alphabet estão entre as tecnológicas que removeram, dos seus serviços, centenas de contas ligadas ao Irão, acusadas por uma empresa de cibersegurança de promoverem a agenda geopolítica do país em todo o mundo.
Depois do YouTube, Facebook e Spotify, os conteúdos do “teórico da conspiração” criador do site Infowars foram retirados da plataforma de vídeos. E parece que em tempo recorde.
Um painel de atividades, um lembrete diário e uma nova forma de limitar as notificações são as ferramentas que as equipas de Mark Zuckerberg propõem aos utilizadores destas aplicações.
Atualmente a app social só permite que os utilizadores publiquem vídeos até um minuto de duração no feed. A hipótese é que o limite máximo aumente 60 vezes.
Risos, música ou mesmo o silêncio: a mais recente novidade oferecida pela app é um filtro para as suas fotos capaz de reagir consoante os sons que são captados pelo telemóvel.
Os hackers continuam a fazer todos os possíveis para obter os dados pessoais dos utilizadores e, nos três primeiros meses de 2018, o Facebook foi a rede social mais fácil de usar de forma fraudulenta.
O governo britânico pretende criar novas leis, nos próximos anos, para prevenir atos ilícitos em redes sociais como o Facebook e o Instagram, tais como ciberbullying e exploração sexual de menores.
A Marktest decidiu fazer as contas à presença digital de figuras públicas portuguesas em serviços como o Facebook, Twitter, Instagram ou Youtube. A liderança do número 7 da Seleção não surpreendeu, mas há nomes que o poderão fazer.