Segundo os investigadores da Check Point Research, Ao longo do ano passado, 10% das organizações em todo o mundo foram alvo de uma tentativa de ataque de ransomware. Por comparação, em 2022, esta percentagem situava-se nos 7%.
A polícia da cidade de Hangzhou, no leste da China, desmantelou um grupo criminoso que utilizava o serviço de inteligência artificial ChatGPT para, alegadamente, realizar ciberataques a empresas e extorquir dinheiro.
A par do ransomware e das burlas através de plataformas como WhatsApp, há uma nova geração de ameaças alimentadas por inteligência artificial que, em 2023, já começaram a ganhar mais espaço nas operações dos cibercriminosos.
Entre os ficheiros expostos pelos hackers do grupo Rhysida está também um acordo assinado entre a Sony e a Marvel que prevê o desenvolvimento de três jogos inspirados pela série X-Men, com Wolverine a ser o primeiro deles.
Usos maliciosos de IA, ransomware, phishing e ataques patrocinados por Estados são algumas das ameaças no horizonte para 2024. Rui Shantilal, Managing Partner da Devoteam Cyber Trust, realça também a importância das diretivas europeias NIS2 e DORA, que vão exigir um esforço significativo por parte das empresas.
As ameaças cibernéticas continuam a evoluir e, na data onde se realça a importância da cibersegurança, apontamos cinco das maiores, do lado negro da inteligência artificial aos ataques que visam o roubo de passwords.
Uma empresa de serviços financeiros do maior banco da China afirma ter sido afetada por um ciberataque que paralisou parte das operações e que terá perturbado as transações no mercado do Tesouro dos Estados Unidos.
Considerando que a maioria das tentativas de recuperação após ataques de ransomware não é bem-sucedida, a IDC prevê que as organizações passem a recorrer cada vez à recuperação cibernética como serviço (CRaaS).