Através do criptojacking, é tomado o controlo da CPU ou GPU da vítima e dos seus recursos informáticos para minar criptomoedas. Um estudo mostra que a atividade para ganhar dinheiro de forma ilegal está a crescer.
O ano de 2017 será lembrado como o ano em que a ameaça de ransomware evoluiu de forma rápida e repentina, dirigindo-se a empresas em todo o mundo com uma série de ataques destrutivos, cujo objetivo final continua ainda por conhecer.
Esquemas de phishing, ransomware, ciberespionagem e ciberataques, bullying online e divulgação de dados pessoais foram algumas das ações que alarmaram o mundo digital no ano de 2017. Mas também as criptomoedas trazem preocupações.
Ataque informático ocorreu a 12 de maio e afetou mais de 300 mil computadores em cerca de 150 países. EUA e Reino Unido já tinham sugerido que a Coreia do Norte seria a responsável.
Enquanto no NotPetya há forma de contornar a chave cripotográfica do ransomware, no caso do mais recente ataque Bad Rabbit, só os hackers podem usar a sua chave pessoal para desencriptar a informação e enviá-la à vítima.
Ransomware destrutivo, criptomoedas alternativas e maior recurso a táticas enganosas estão entre as tendências usadas por hackers mal-intencionados que mais têm contribuído para “aumentar” o mercado do crime digital.
Um ano depois de ter sido lançada a iniciativa que junta várias entidades no combate às ameaças de ransomware, o balanço do projeto é positivo, e há números relevantes a partilhar.
A Check Point alerta os utilizadores para uma nova ciber ameaça que está dirigida aos dispositivos móveis: os ataques em cadeia. Estas ameaças têm diversos componentes ou elos, o que torna mais difícil detetar a ameaça.