O incidente, ocorrido num jogo de realidade virtual, terá causado um grande impacto psicológico e emocional na vítima. Os chefes da polícia britânica apelam agora para um reforço da legislação contra este tipo de crimes.
A ação conjunta faz parte da operação portuguesa “FinalPay”, realizada em fevereiro, e que resultou na detenção de sete suspeitos por crimes de falsidade informática e abuso de cartão de garantia.
O ministro da Administração Interna admitiu hoje abrir novos concursos para a compra da plataforma que vai gerir e guardar a informação recolhida pelas bodycams dos polícias, após terem falhado os atuais.
Este é o sexto incidente do género nos Estados Unidos. O fenómeno destaca as fraquezas deste sistema que, segundo estudos, é mais propenso a gerar falsos positivos entre rostos negros.
A inteligência artificial está a ajudar a polícia britânica a identificar infrações na estrada, analisando imagens recolhidas por um sistema de câmaras. Numa semana foram detectadas centenas de infrações.
A França aprovou um projeto de lei que permite aos polícias acederem remotamente a câmaras, microfones e serviços de localização de telemóveis de suspeitos e outros dispositivos ligados à Internet.
A atualização do SIRESP e da rede 112, a aquisição e operacionalização de bodycams para as forças de segurança e a modernização do sistema eleitoral vão concentrar os investimentos do MAI em tecnologia. A inteligência artificial vai ser usada nos serviços de emergência, proteção civil incluída.
O concurso público para aquisição das bodycams vai ser lançado em junho, estando prevista a entrega das primeiras 2.500 unidades em novembro e outras 2.500 em 2024, as restantes 5.000 câmaras serão distribuídas até 2026.
A Times Square em Nova Iorque foi palco de uma demonstração de novos gadgets para reforço policial, que incluem robots da Digidog e armas que lançam projéteis com GPS para rastrear automóveis em fuga.