Um foguetão da SpaceX com duas sondas de empresas privadas a bordo para missões na Lua, uma americana e outra japonesa, descolou hoje do Centro Espacial Kennedy, na costa leste dos Estados Unidos.
O objetivo da missão é transportar 10 instrumentos científicos e tecnológicos até à superfície da Lua, contribuindo para a compreensão do ambiente lunar e preparando o caminho para futuras missões humanas que darão o "salto" para Marte.
Podem acontecer com um dia de distância mais dois lançamentos importantes para o futuro da indústria aeroespacial americana. O primeiro do New Glenn da Blue Origin, que vai concorrer com a SpaceX e mais um lançamento da Starship que voltará a testar a capacidade de recuperar o lançador e várias melhorias ao foguetão.
Um novo estudo aponta que a formação da Lua, numa colisão entre a Terra primitiva e um protoplaneta do tamanho de Marte, possa ter ocorrido há cerca de 4,51 mil milhões de anos, sendo mais velha do que presumido.
Com o fim da ISS à vista, vai continuar a ser importante manter os humanos em órbita baixa, de modo a garantir avanços científicos e tecnológicos fundamentais tanto para explorar o espaço profundo como para beneficiar a vida na Terra.
Se acha que o pó na sua casa é um problema, não sabe o que é lidar com pó lunar. A NASA está a desenvolver tecnologias para resolver este desafio e garantir missões espaciais mais seguras.
Há novos elementos tanto no plano lunar como no marciano, que vão desde a criação de um habitat inicial na superfície da Lua a uma fonte alternativa de energia para chegar ao Planeta Vermelho.
Continuam a ser divulgados os detalhes sobre a missão Artemis III que visa o regresso do Homem à Lua, cinquenta anos depois da missão Apollo 11. A NASA divulgou agora os locais onde poderá ser feita a alunagem, na área do Polo Sul.