Um estudo baseado em modelos bioenergéticos estima que o oceano subterrâneo de Titã, com 480 quilómetros de profundidade, pode albergar formas de vida que consomem matéria orgânica. Mas apenas em pequenas quantidades.
O lixo espacial não apenas aumentou, como acelerou, destaca um relatório da Agência Espacial Europeia. Os analistas apontam que o aumento de lançamentos de satélites está a tornar a órbita baixa da Terra mais perigosa.
O ano começou com os ingredientes certos para mais um argumento de filme sobre o fim do mundo, quando a notícia de que o asteroide 2024 YR4 podia colidir com a Terra se espalhou. Essa possibilidade já foi afastada mas ainda há (uma leve) hipótese de colidir com a Lua.
Com as previsões meteorológicas a indicar céu limpo na maior parte de Portugal, as condições para ver o eclipse parecem estar alinhadas. Locais elevados são ideais para aproveitar ao máximo a experiência, mas não arrisque olhar diretamente para o Sol.
Os eventos celestes sucedem-se e, depois de um eclipse que teve a Lua no papel principal, agora é a vez do Sol ser o protagonista, numa “dentadinha” especial.
A ciência deu mais um passo na compreensão da história da Lua. Pela primeira vez, investigadores determinaram a idade exata da maior cratera do satélite natural da Terra, um feito que redefine o conhecimento sobre o início do sistema solar.
A Blue Ghost transportou 10 instrumentos científicos e tecnológicos da NASA até Mare Crisium, no lado próximo da Lua. Entre os feitos da missão, destacam-se as imagens de um eclipse solar total e de um pôr do sol lunar captadas pelo módulo de aterragem.
Esta madrugada, um eclipse lunar total pintou a Lua de vermelho. É o primeiro do ano e em Portugal a possibilidade de visualização é parcial mas noutras partes do mundo ainda está a decorrer.