Tudo indica que ainda esta semana o presidente dos Estados Unidos poderá desbloquear o acesso da Huawei a tecnologia de algumas empresas norte americanas.
Muitos utilizadores do smartphone da fabricante chinesa “queixaram-se” no Twitter depois de terem experimentado a estratégia de instalar os serviços da Google.
Mais importante que o software e serviços é ter o próprio dispositivo a funcionar, e no caso dos smartphones a arquitetura da ARM é vital para a Huawei continuar a fabricar os dispositivos.
No mais recente capítulo da saga entre a fabricante chinesa e o governo dos Estados Unidos, a Huawei ambiciona produzir até 2020 1.5 milhões estações de redes móvel de quinta geração.
O primeiro smartphone dobrável da Huawei foi adiado várias vezes, à semelhança do Samsung Galaxy Fold. Chega agora uma confirmação da data de chegada ao mercado.
A versão Pro do primeiro smartphone lançado pela Huawei depois do bloqueio dos EUA recebeu a maior pontuação do ranking de qualidade das câmaras fotográficas, ultrapassando o anterior líder por 8 pontos.
Quem o garante é o presidente da gigante tecnológica Brad Smith que diz que a venda de sistemas operativos da Microsoft à fabricante chinesa não afeta a segurança dos EUA.