Segundo Ren Zhengfei, fundador da Huawei, a fabricante chinesa terá também redesenhado 4.000 placas de circuitos para os seus equipamentos, tendo investido 23,8 mil milhões de dólares na área de investigação e desenvolvimento em 2022.
Ao que tudo indica, o governo alemão está a reavaliar a sua relação com a China. Ao confirmar-se, a decisão pode também implicar a substituição dos componentes da Huawei e ZTE que já estão integrados nas infraestruturas de redes 5G do país.
Data centers, escolas e hospitais inteligentes e maior automação nas linhas de montagem são algumas das soluções inteligentes que a Huawei apresentou na edição de 2023 do Mobile World Congress.
Operadoras falam na necessidade de desenvolver e explorar conjuntamente as redes e infraestruturas, como plano para um futuro mais verde. E a palavra “cooperação” foi a mais utilizada por operadores chineses e europeus no evento organizado pela Huawei. A economia circular também chegou às operadoras, que adotam o uso de equipamentos recondicionados nas suas operações.
A crise da Huawei poderá aprofundar-se com as novas medidas do executivo dos Estados Unidos, que poderá ter ordenado às tecnológicas americanas que deixem de exportar componentes para a fabricante chinesa.
A Samsung e a Nokia renovaram o acordo de licenciamento de patentes que dá à empresa sul-coreana a possibilidade de tirar partido das tecnologias da finlandesa nos próximos anos, nomeadamente, na área do 5G.
O Mate 50 Pro da Huawei, o Pixel 7 Pro da Google e o iPhone 14 Pro Max da Apple foram usados pela DXoMark para um desafio feito para quem se considera um bom observador. Será que consegue descobrir qual dos smartphones captou as imagens?