É um valor recorde em descobertas do género, acreditando-se que a galáxia de onde se originou tenha existido quando o universo tinha apenas 4,9 mil milhões de anos.
O experiente astronauta Don Pettit voltou a “fazer das suas” ao partilhar, nas redes sociais, uma das fotos que registou numa das já três passagens que fez pela ISS. Mais um vez com um "toque artístico".
A temporada arranca com a passagem do cometa C/2022 E3 (ZTF), que já anda por aí com a sua cauda esverdeada, mas há mais “episódios” para ver o longo do ano, com outros protagonistas espaciais, entre eles um eclipse “anel de fogo”.
Está confirmada a descoberta do primeiro exoplaneta pelo telescópio espacial James Webb que, entretanto, também andou “de olho” numa região de formação estelar, onde encontrou quantidades significativas de poeira, algo que surpreendeu os astrónomos.
Na constelação de Serpens há um impressionante berçário de estrelas, agora captado em todo o seu esplendor numa imagem infravermelha registada por um dos telescópios do ESO.
A nova visão dos "Pilares da Criação" resulta da combinação de fotografias captadas por dois dos instrumentos a bordo do telescópio James Webb: a Near-Infrared Camera (NIRCAm) e o Mid-Infrared Instrument (MIRI).
A Nebulosa do Cone no seu registo mais dramático de sempre, como se de uma criatura mitológica ou monstruosa se tratasse. Uma nova imagem deslumbrante, obtida com o Very Large Telescope, divulgada agora para assinalar os 60 anos do ESO.
Uma teia de aranha fantasmagórica, dragões mágicos ou finos traços de fantasmas? O espaço também tem “locais” que parecem decorados para assinalar o Halloween. É o caso do remanescente da supernova da Vela.