O telescópio do ESO “assistiu” a mais um mistério cósmico, ao capturar o desaparecimento de uma estrela massiva… que pode ter colapsado num buraco negro, algo muito raro.
Nos céus longínquos há uma intrigante nuvem de gás que terá resultado do confronto entre duas estrelas. Apesar da diferença de porte, a luta foi tão renhida que não se percebe onde começa uma e acaba a outra.
O ritmo de expansão normal de uma gigante vermelha implicaria que o exoplaneta tivesse sido já “engolido”. No entanto, a investigação revela que os astros e os seus planetas evoluem em conjunto.
O supertelescópio apanhou a “arma a fumegar” de uma estrela recém-nascida dentro da NGC 1333, uma nebulosa de reflexão cheia de gás e poeira, localizada a mil anos-luz da Terra.