A empresa acredita que "num futuro onde as pessoas já não tenham de se preocupar com a condução", o interior dos veículos poderá assemelhar-se a pequenos espaços de habitação, comércio e convivência.
A empresa, que se dedicava a desenvolver sistemas de condução autónoma para camiões, foi preterida em benefício de um maior investimento no segmento dos carros autónomos.
O conjunto de aplicações da tecnologia é cada vez maior, e as ideias vêm dos quatro cantos do mundo. Desta vez é Ohio, nos EUA, que quer monitorizar o trânsito.
Através destes testes com 100 carros autónomos a fabricante de processadores e a sua subsidiária Mobileye querem mostrar que a tecnologia pode funcionar em qualquer geografia e em todas as condições.
Para um carro que se conduz sozinho, o sistema vai permitir confirmar se existem veículos em movimento nas ruas que se cruzam com a sua faixa de rodagem, mesmo antes de os conseguir avistar no seu campo de visão.
A empresa encarregue de explorar os projetos de condução autónoma da Google está a reunir uma frota considerável, com o objetivo de arrancar com o serviço num futuro próximo. Por enquanto, já há testes em “estrada real”.
A tecnologia é denominada de "brain-to-vehicle" (B2V) e capta as atividades cerebrais, antecipando movimentos, como a aceleração e a travagem, realizados pelo condutor.