O cofundador da ByteDance, Zhang Yiming deixou o cargo de CEO, passando a pasta ao seu sócio e também fundador Liang Rubo, que passa a gerir o destino da famosa rede social TikTok.
A rede social de vídeos chinesa está a preparar um piloto com algumas marcas para permitir compras in-app, uma estratégia que grupo está a seguir na China com muito sucesso.
Foram chamadas 11 empresas tecnológicas chinesas para discutir os conteúdos falsos criados a partir de inteligência artificial, disponíveis nas suas plataformas, assim como novas aplicações "mobilizadoras da sociedade".
Antes de avançar com qualquer decisão em relação ao acordo entre a Oracle e o Walmart para a compra do negócio do TikTok nos Estados Unidos, o governo de Joe Biden pretende fazer uma revisão extensa do processo iniciado pela Administração Trump.
O Comité de investimento estrangeiro nos Estados Unidos (CFIUS) ainda está em negociações com a ByteDance para completar o processo de venda. No entanto a dona do TikTok não está propriamente satisfeita com as condições impostas pelo governo norte-americano.
Para já, o TikTok continua a poder operar nos Estados Unidos, no entanto, o seu futuro continua incerto, uma vez que o Departamento do Comércio do país defende que fará de tudo para cumprir a ordem executiva de Donald Trump.
Depois de Donald Trump ter dado a conhecer ainda nesta semana que poderia voltar atrás na sua decisão, o acordo de venda da aplicação da ByteDance parece estar “por um fio”. Para evitar a proibição nos Estados Unidos, o TikTok voltou a tribunal, alegando que a ordem do governo norte-americano é inconstitucional.
A partir de 20 de setembro ambas as aplicações terão de ser eliminadas das versões norte-americanas das lojas de aplicações da Google e da Apple. As regras em relação ao WeChat vão mais além e poderão ser aplicadas ao TikTok a partir de 12 de novembro caso o processo de venda à Oracle não seja aprovado.