O uso de uma rede de “agentes secretos” que, entre outras coisas, terão invadido sistemas, roubado dados e segredos comerciais fazem parte das alegadas práticas ilegais contra empresas concorrentes.
A Alphabet vai investir na Lyft, considerada a segunda maior plataforma online de marcação de serviços de transporte em automóveis com condutor. Em maio, a empresa já tinha assinado um acordo de parceria com a Waymo.
A Waymo acusa a Uber do roubo de segredos comerciais por parte de Anthony Levandowski, que deixou a Google para lançar a Otto, comprada pela Uber. Os 2,6 mil milhões são o valor de apenas um dos nove itens que constam do processo.
O que começou por ser uma abordagem para comprar o sistema de condução autónoma da Uber pode vir a resultar numa parceria para reduzir custos e acelerar a introdução da tecnologia.
A Waymo, subsidiária da Alphabet que atua no ramo da condução autónoma, patenteou um sistema de elementos de tensão que ajustam a rigidez de um veículo de acordo com o risco de choque e com o obstáculo que se atravessa no seu caminho.