Além dos smartphones, estima-se que os computadores e tablets também registem quebras de vendas para este ano, devido à inflação e limitações na produção.
As vendas de computadores devem cair mais de 8% este ano. A inflação, a guerra, os confinamentos na China e, ainda, a falta de componentes explicam a tendência, mais pessimista que a apresentada no início do ano e que também se estende aos tablets.
Não há uma data anunciada para a mudança, mas o presidente da Ford revelou que a companhia tem planos para avançar com um modelo de distribuição direta na venda de eletricos. O cliente encomenda o carro online e recebe em casa.
A instabilidade da economia e a redução da procura vão encolher as vendas de telemóveis este ano, segundo a IDC. A Europa ocidental e central serão as mais prejudicadas. Entre os fabricantes, é a Apple quem terá melhores hipóteses de escapar à crise.
Apesar das restrições na distribuição de equipamentos devido à crise dos componentes, a Apple mantém os objetivos traçados para o ano, que incluem o novo iPhone 14 previsto para o final do ano.
No primeiro trimestre de 2022 houve um declínio global de 8,9% na distribuição de smartphones. A Vivo liderou o mercado chinês no mesmo período, mas a Honor teve o maior crescimento anual.
Mesmo com os desafios da crise de semicondutores e da logística, 2021 foi um “ano excelente” para a HP Portugal que manteve a liderança nos principais segmentos de negócio. José Correia, diretor geral da empresa em Portugal, explica a estratégia e perspetivas para 2022.
A Europa é uma das regiões do globo onde se venderam mais smartphones 5G no arranque deste ano, com a Apple a levar muitos clientes às lojas, interessados em trocar para equipamentos mais modernos. Entretanto, a realme destaca-se também cada vez mais no segmento.
Na lista a Apple é dominante enquanto a Samsung surge numa das posições e a Xiaomi em duas. Em 2021, comercializaram-se mais de 4.200 modelos de smartphones.