A mensagem chega ao destinatário com erros gramaticais e com uma formatação pouco habitual, diferente das comunicações do SNS. A entidade explica que, caso receba uma comunicação como a demonstrada, deve ignorá-la.
As SMS enviadas afirmam-se como um "aviso à população de modo a sensibilizar os cidadãos para o período de vacinação contra a COVID-19". Para ajudar a esclarecer as dúvidas, foi também lançada uma nova página web exclusivamente dedicada ao processo de vacinação e que contará com atualizações periódicas ao longo de 2021.
Para já, ainda não é claro se o ciberataque à Agência Europeia de Medicamentos afetou os testes em curso para dar autorização de comercialização das vacinas contra a COVID-19 desenvolvidas pelas farmacêuticas Pfizer, BioNTech e Moderna.
A disseminação de informação falsa sobre temas ligados à saúde tem registado mais visualizações no Facebook do que aquela que é publicada por fontes oficiais como a OMS.