“Estamos a trabalhar para fazer com que tudo volte ao normal o mais rapidamente possível”, afirma fonte oficial do Facebook ao SAPO TEK, lamentando o incómodo causado aos utilizadores.
A recém-aprovada Lei de Proteção de Dados Pessoais estabelece um conjunto de condições em que as empresas podem, ou não, recolher dados dos utilizadores, indicando que precisam de obter o seu consentimento para tratar de informação pessoal sensível, como como dados biométricos, financeiros, de saúde ou de localização.
Mesmo com a Google a prometer o fim dos cookies no seu browser para 2023, o Privacy Sandbox tem vindo a levantar polémica e há quem afirme que a alternativa da Google, a tecnologia FLoC (Federated Learning of Cohorts) acaba por ser tão intrusiva quanto os cookies de terceiros.
Um grupo de empresas tecnológicas chinesas, liderado pela Baidu, Tencent e ByteDance, desenvolveu um sistema alternativo aos códigos IDFA da Apple para o iPhone. A empresa da maçã manteve a sua posição contra a implementação da tecnologia e todo o projeto acabou por cair por terra.
De acordo com um novo estudo publicado pela SocialPubli, 20% dos inquiridos admitiram passar cinco horas por dia ligados ao TikTok, enquanto 73% referiram dedicar-lhe uma a cinco horas diárias e apenas 34,9% afirmaram publicar conteúdo uma vez por semana.
A organização None Of Your Business, liderada pelo conhecido ativista Max Schrems, já enviou mais de 500 queixas a empresas que forçam os utilizadores a aceitar cookies para poderem navegar nos seus websites. Caso não mudem o seu comportamento, a organização fará uma queixa junto das autoridades competentes.
Os investigadores da University College London afirmam que o novo paradigma apresenta um impacto significativo para as relações humanas, traduzindo-se naquilo a que chamam a “morte da proximidade” durante as interações pessoais.
Em fevereiro a Clubhouse tinha registado uma “explosão” de 9,6 milhões de downloads. Porém, o número de pessoas a descarregá-la está a diminuir, assim como o de utilizadores ativos diários, que teve uma queda de 68%.
De acordo com dados de um novo estudo da Blockthrough, o número de utilizadores que recorrem a “ad blockers” quando navegam na Internet através dos seus computadores também registou um aumento de 8%, passando a situar-se nos 257 milhões.