A QR Code & Barcode Scanner parece legítima, mas, como revela uma nova investigação, é o primeiro passo da cadeia de infeção do trojan TeaBot e foi descarregada mais de 10.000 vezes na loja digital da Google.
Desde novembro de 2020 que o trojan bancário Trickbot afetou milhares de computadores, comprometendo a sua informação. Os trojans atacam de forma seletiva e preferem os alvos de alto perfil. Quase 60 organizações globais viram os seus clientes afetados pelo trojan.
A aplicação 2FA Authenticator foi concebida para se parecer com um serviço legítimo e estava a ser utilizada por cibercriminosos para instalar o trojan Vultur nos smartphones das vítimas sem que estas se apercebessem.
O trojan BRATA é agora capaz de fazer um "reset" total aos equipamentos, eliminando qualquer rasto deixado pelos cibercriminosos depois de defraudarem as vítimas e de roubarem os seus dados bancários. Mas há mais funcionalidades maliciosas.
O Zloader é capaz de roubar informações pessoais dos utilizadores através da alteração da assinatura digital da Microsoft e é conhecido por ser uma ferramenta de disseminação de ransomware, incluindo Ryuk e Conti.
Os investigadores da Kaspersky destacam que, só em setembro deste ano, houve aproximadamente mais 160.000 alvos do que em abril, num aumento de 45%. Em comparação com o ano anterior, houve um aumento no número total de deteções de "ladrões de passwords", passando dos 24,8 milhões para os 25,5 milhões.
Ao todo, o trojan Android.Cynos.7.origin foi encontrado em 190 jogos na AppGallery da Huawei. A empresa já foi notificada acerca da situação e as aplicações foram removidas da sua loja digital.
As aplicações pareciam inofensivas à primeira vista, mas, como revela uma investigação da Zimperium, continham o trojan GriftHorse, que fazia com que as vítimas subscrevessem a serviços premium sem que se dessem conta.
De acordo com dados da Check Point Research, o Emotet registou em outubro um impacto de 14% nas organizações internacionais e de 36% nas nacionais. Além do Trickbot, destacam-se também em Portugal os softwares maliciosos Dridex e Zloader.