O supercomputador japonês Fugaku, fruto da colaboração entre a Fujitsu e o laboratório de investigação Riken, é três vezes mais rápido que a máquina listada em segundo lugar.
Portugal quer estar na linha da frente em matéria de computação avançada e os quatro centros da RNCA tem vindo a fazer progressos tendo em vista os objetivos da estratégia traçada pelo Programa INCoDe.2030. No entanto, existem também múltiplos desafios: desde a falta de recursos humanos às preocupações de confidencialidade dos dados.
Para determinar o estado do Universo após o Big Bang, os investigadores da Universidade de Regensburg contam agora com o PRIMEHPC FX700 que tem o mesmo processador que o Fugaku, conhecido como o supercomputador mais rápido do mundo.
O BOB, o primeiro supercomputador a operar em Portugal, é uma das duas infraestruturas de High Performance Computing que ajudará os investigadores do projeto BigHPC a criar uma plataforma integrada de gestão e manutenção.
O Raloxifene é um medicamento genérico usado em casos de osteoporose. O projeto europeu Exscalate4CoV descobriu que pode ser usado para tratar sintomas menos graves da COVID-19 e quer começar a testá-lo em pacientes.
O supercomputador japonês desenvolvido pelo Riken Center for Computational Science e pela Fujitsu conta com uma capacidade de 415 petaflops e demorou cerca de seis anos a ser construído, com os custos a ultrapassar os mil milhões de dólares.
Na Europa o Exscalate4CoV integra uma empresa farmacêutica e vários institutos de biologia e bioquímica, mas vai passar a poder contar com um novo reforço na equipa. Os três centros de supercomputadores vão complementar o ensaio clínico e uma possível experimentação em pacientes.