Nos últimos três meses, um dos sistemas que a NASA tem em órbita para estudar Marte deixou de funcionar e foi preciso antecipar em cinco meses a correção de uma falha que já tinha dado sinais de estar iminente.
As poeiras marcianas têm sido um dos grandes inimigos da missão que levou a sonda InSight a Marte, para recolher dados e imagens sobre o planeta vermelho. O problema tem-se agravado e sem energia solar a InSight não funciona, um destino que parece irreversível.
A InSight permitiu aos cientistas definir a composição da crosta, manto e núcleo de Marte, que é agora conhecido com mais detalhe, revelando-se diferente da Terra.
Esta é a maior aproximação à lua de Júpiter nas últimas duas décadas e o vídeo usa imagens da JunoCam para mostrar as impressões captadas pela sonda da NASA. A música de Vangelis ajuda a dar mais ambiente.
Através da plataforma criada pela Agência Espacial Europeia pode saber exatamente onde a Solar Orbiter está, havendo a possibilidade de "saltar” para momentos específicos da viagem, incluindo aqueles que já se passaram ou que ainda estão para acontecer, como as próximas aproximações a Vénus e à Terra.
De acordo com a NASA, o solo de Marte apresenta uma tendência inesperada para se aglomerar, dificultando a vida à “toupeira”. Depois de várias tentativas falhadas, a equipa responsável pela sonda viu-se obrigada a pôr um fim à missão do componente.
O Valles Marineris, localizado na região equatorial de Marte, é o maior desfiladeiro do sistema solar e a sua formação continua a ser um dos grandes mistérios do Planeta Vermelho.
A sonda chinesa Chang'e 5 concluiu a recolha e armazenamento de rochas e detritos da superfície lunar, e já se prepara para voltar à Terra, informou hoje a Administração Espacial Nacional da China.