A Geekbench também se pronunciou acerca da polémica com o Game Optimizing Service, indicando que o vê como “uma forma de manipulação de benchmark” e removendo as linhas Galaxy S10, S20, S21 e S22, que incluem o serviço, da sua lista.
A NVIdia foi a primeira a ser atacada pelo Lapsus$ Group, que roubou mais de 1 TB de dados da tecnológica norte-americana, incluindo credenciais de mais de 71.000 funcionários. A Samsung confirmou que os seus sistemas foram comprometidos, mas que não há fuga de informação dos consumidores ou funcionários.
Ao todo, o Galaxy S22 da Samsung e a sua versão Ultra alcançam uma pontuação de 3 em 10 na exigente escala de reparabilidade da iFixit. Como explicam os especialistas, a gigante sul-coreana “peca” por não dar prioridade às reparações de componentes essenciais, como a bateria e o ecrã.
A DxOMark já pôs as câmaras do novo topo de gama da Samsung à prova e a análise revela que, embora existam melhorias em relação à anterior geração de equipamentos, o Galaxy S22 Ultra fica longe do “pódio”.
Para já, a Samsung ainda não veio a público esclarecer o que se passa, embora circulem rumores de que a empresa está a investigar o sucedido e espera-se que faça um anúncio oficial em breve.
As restrições da COVID-19 continuam a afetar a maior feira de tecnologia móvel na Europa e este ano são esperados cerca de 40 mil visitantes e 1.500 expositores onde a mais recente baixa será o pavilhão da Rússia, banido do evento. O metaverso e o 5G são palavras chave, assim como os smartphones dobráveis.
Depois do novo smartphone Galaxy S22 e do tablet Galaxy Tab S8, a Samsung completa a família com novos portáteis Book 2 Pro, com preços a começarem nos 899,99 dólares.
O smartphone Galaxy S22 Ultra chegou às lojas a começar nos 1.279 euros. O portátil funde a linha Galaxy 6 com o Galaxy Note e inclui a caneta digita S Pen para trabalhos de produtividade.
O interesse no 5G, mais gente disponível a comprar smartphones de gama média ou alta e equipamentos mais caros montaram a receita que fez aumentar o valor das vendas de smartphones em 7% no ano passado. Quase metade deste valor vai para a Apple.