O acordo de 4 mil milhões de dólares entre a Amazon e a Anthropic está sob escrutínio no Reino Unido, com preocupações sobre como essa aliança pode vir a afetar a concorrência no crescente mercado de tecnologias de IA.
Na semana que passou, Reino Unido, França e Estados Unidos tiveram os principais candidatos às eleições em debate nas televisões. A internet abrandou, mas não tanto como durante os jogos do Euro.
A tecnologia que o sistema de saúde do Reino Unido pode implementar em breve foi desenvolvida por investigadores da Universidade Oxford e vai permitir levar mais longe a informação recolhida numa TAC convencional, prevendo a possibilidade de enfartes a 10 anos.
A proposta é de 16 escolas na zona de Londres, que vão evangelizar pais e alunos para a ideia: usar smartphone só a partir do 10º ano, no mínimo. Na prática, a iniciativa vai passar por sanções mais duras a quem não cumprir, mas também por ações pedagógicas.
É a primeira vez que a empresa põe por escrito o prazo de garantia de atualização de um iPhone. No Android a Samsung e a Google já vão muito à frente e têm vindo a aumentar o tempo de garantia, que já vai nos sete anos.
A operadora aponta problemas com soluções de segurança de apoio a pessoas vulneráveis como origem da decisão de prolongamento do prazo para o “switch-off” das redes com tecnologia mais antiga.
As novas versões dos modelos de inteligência artificial da OpenAI ou da Google prometem ser ainda mais poderosos e com um potencial difícil de avaliar. É a pensar nisso que Estados Unidos e Reino Unido juntaram esforços, numa parceria que pode vir a envolver outros países.
A China rejeitou hoje as acusações dos Estados Unidos, Reino Unido e Nova Zelândia de que está por detrás de ataques informáticos contra as suas instituições públicas e afirmou ter "protestado veementemente junto das partes envolvidas".
Os Estados Unidos e o Reino Unido acusaram um grupo de hackers com ligações ao governo chinês de serem responsáveis por uma campanha de ciberespionagem que terá afetado milhões de pessoas.