O objetivo do mapa das coberturas das redes é permitir conhecer a disponibilidade de conectividade em diferentes áreas na rede móvel, assim como também na rede fixa.
O Governo aprovou hoje, "em leitura final", o decreto-lei que cria o mapa das coberturas das redes de comunicações eletrónicas fixas e móveis, um instrumento "fundamental" que permite saber onde há Internet.
Segundo a Altice Portugal, até ao final de 2022, os concelhos de Castanheira de Pera e Póvoa de Lanhoso vão passar contar com uma cobertura de fibra ótica superior a 60% e a 90%, respetivamente. Até ao final de 2024 o Município de Penela terá uma cobertura superior a 70%.
O mapa da nPerf já sinaliza os locais do mundo onde os testes de utilizadores indicam a presença de redes 5G. Portugal tem várias localizações assinaladas.
O levantamento já tinha sido feito pela Anacom, que esta semana entregou o relatório ao Governo. Hoje o Conselho de Ministros deu luz verde para a criação do mapa que pretende ser um instrumento para a decisão de investimento em redes fixas e móveis.
Novas previsões da Ericsson revelam também que em 2027, o 5G poderá representar cerca de 50% de todas as assinaturas móveis a nível internacional, abrangendo 75% da população mundial e representando 62% do tráfego global de smartphones.
Os principais operadores de telecomunicações nos Estados Unidos pretendem desligar os seus serviços 3G já em 2022, porém, a decisão poderá colocar em risco a população mais idosas e com menos recursos, assim como um conjunto de serviços críticos que ainda dependem da tecnologia para comunicar.
Com a duplicação do número de licitações diárias já se nota um aumento do valor total das propostas dos operadores para os lotes do 3,6 GHz. Hoje o montante de ofertas foi de 650 mil euros, fazendo subir o encaixe potencial da fase principal para os 331 milhões de euros.