Os recentes problemas de segurança manifestados pela aplicação de teleconferência tem levantado alguma desconfiança. A Zoom toma medidas e contrata ex-chefe de segurança do Facebook.
De acordo com a queixa realizada por Michael Drieu, um dos acionistas da Zoom, todos os recentes incidentes de segurança tiveram um impacto negativo na cotação da empresa na bolsa.
Os resultados do escrutínio à proposta de compra da Fitbit poderão ter um impacto na atual investigação antitrust do Supremo Tribunal norte-americano à Google. Em questão está a forma como as empresas fazem uso dos dados pessoais recolhidos.
A empresa de segurança S21sec identificou salas da plataforma de videoconferência Jitsi que incluíam os sectores tecnológico, educação e saúde e entidades governamentais de diferentes países.
Investigadores propõem sistema em que os smartphones registam dados quando estão próximos de outros equipamentos, e no caso de um utilizador testar positivamente o vírus, ajuda a detetar com quem esteve em contacto.
O plano foi divulgado na semana passada, mas hoje a Comissão Europeia confirmou que vai escolher uma operadora em cada país para recolher dados, que são anónimos. Ainda não há data e não se sabe em quem recai a escolha.
Os equipamentos são rastreados para controlar como os cidadãos se movem e espalham o coronavírus durante a pandemia. Especialistas colocam em causa os temas de privacidade.