Seja na utilização do Gmail, Outlook ou Apple Mail, ninguém está seguro contra as campanhas maliciosas, com ofertas impressionantes, mas que se revelam ser phishing ou publicidade enganosa.
Com a crescente digitalização das atividades diárias, as ferramentas de produtividade tornam-se alvos apetecíveis para os cibercriminosos. É o caso do Google Calendar, “protagonista” numa campanha de phishing recente.
Uma das principais operações, a "HAECHI V", envolveu a colaboração de 40 países, incluindo Portugal, ajudou a desmantelar uma rede de crimes informáticos com 1.900 vítimas que terão perdido 1,1 mil milhões de euros.
O alerta foi deixado pela Fortinet, que avança com as previsões de cibersegurança para o próximo ano e sobre as tendências na adoção de novas tecnologias, como a inteligência artificial, nos ciberataques.
Os cibercriminosos recorrem cada vez mais aos grandes modelos de linguagem para criar conteúdos nos ataques de phishing e esquemas de fraude em grande escala, alerta a Kaspersky.
Especialistas defendem o investimento urgente em cibersegurança e educação desde cedo para prevenir ameaças crescentes, como ciberataques “zero-day”, maior desinformação provocada pela IA generativa e aumento de ransomware e spoofing.
A maioria dos portugueses reconhece os perigos associados ao universo online, mas são poucos aqueles que afirmam saber o que fazer caso se tornem vítimas de cibercrime.