Na Alemanha a Meta foi obrigada a aceitar o pedido do regulador. Quem comprar uns óculos Quest VR no país já não é obrigado a criar uma conta no Facebook para os usar. Na Polónia é o PayPal que está na mira do regulador.
A iniciativa foi promovida pelo Fórum Económico Mundial e junta empresas como a Apple, a Google ou a Microsoft, que colaboraram na criação de um Quadro de Confiança Digital, um modelo de referência para desenvolver tecnologia “confiável”, que respeite os direitos de quem a vai usar.
Os portugueses gostam pouco de partilhar dados financeiros online, mas a esmagadora maioria faz planos para continuar a usar os meios de pagamentos digitais que experimentou durante a pandemia e 38% até pretendem já fazer as compras de Natal, na área da alimentação, em lojas online.
A contratação de um executivo experiente na área dos mercados financeiros e mais algumas pistas levam a imprensa americana a antecipar que o próximo passo da PayPal no esforço para diversificar serviços vai passar pelo mercado de ações.
Além dos consumidores, os cibercriminosos também têm como “alvo” os comerciantes que usam o PayPal, em especial, os que têm negócios de pequena e média dimensão. Para ajudá-los a estarem mais bem preparados, os investigadores da ESET alertam para as táticas fraudulentas mais comuns.
De acordo com os especialistas da ESET, o novo esquema de smishing leva as vítimas a aceder a uma página de login falsa do PayPal. Caso sejam introduzidas as credenciais de acesso, os dados são enviados para os ciberciminosos, havendo também a possibilidade de roubo de outras informações como nome, data de nascimento e detalhes bancários.
Chama-se “Pay in 4” e é uma nova opção de pagamento a crédito que a PayPal está a “afinar” para disponibilizar aos seus utilizadores a tempo das compras de Natal.
A Defesa do Consumidor reuniu as aplicações seguras que poderá utilizar para pagar compras ou levantar dinheiro no multibanco sem a necessidade do cartão.