Aumentar a segurança nas autenticações, mas ao mesmo tempo facilitar a utilização das passwords em qualquer computador, smartphone, nas diversas aplicações para iOS e Android.
A norma criada pela FIDO Alliance e pelo World Wide Web Consortium quer pôr um fim às passwords e tornar o processo de autenticação mais seguro. Mas como é funciona e que mudanças vai trazer para os utilizadores?
Estudo conduzido por empresa norte-americana conclui que apesar disso, 12% admitiriam ponderar o pagamento de pelo menos um utilizador adicional. O sistema já está a ser testado na América do Sul.
A Google avança que tanto a Apple como a Microsoft também anunciaram que vão disponibilizar suporte aos padrões de autenticação FIDO sem palavra-passe no iOS, MacOS, Safari, Windows e Edge ao longo do próximo ano.
A quantidade de websites, serviços e aplicações que necessitam de registo, obrigam a gerir as palavras-passe, mas existem serviços que ajudam a gerir as passwords, garantindo segurança encriptada, sem a necessidade de decorar cada uma delas.
Estamos mais perto de nos tornarmos as nossas próprias passwords? E para que pode servir a framework Zero Trust? Estes são alguns dos tópicos abordados por Rui Barata Ribeiro num artigo de opinião que olha para as tendências de cibersegurança em 2022.
Hoje assinala-se o “Dia de Mudar de Password” e, para o ajudar a reforçar a segurança das suas contas e equipamentos, relembramos alguns dos exemplos que não deve seguir e recordamos as recomendações dadas por especialistas de cibersegurança.
O administrador da Critical Software para área da segurança, José Costa, recomenda a criação de passwords longas e um fator duplo de autenticação para evitar o risco de violação de dados na sequência de ciberataques.
No seu mais recente boletim, o Observatório de Cibersegurança do CNCS detalha que, no que toca a incidentes com passwords, o caso mais frequente é o compromisso de contas de utilizadores, que, até outubro de 2021, foi registado 92 vezes pelo CERT.PT.