Além da Nvidia, também a AMD quer utilizar a tecnologia da ARM para criar novos processadores. Estima-se que os primeiros modelos sejam lançados em 2025. Mas a corrida à tecnologia da ARM parece estar apenas no início…
O Eureka é um agente de IA que, segundo a NIVIDA, é capaz de gerar algoritmos de recompensa que são usados para treinar robots de modo a executarem tarefas complexas, de rodopiar canetas entre os dedos a abrir gavetas.
A Foxconn e a Nvidia já tinham anunciado planos para trabalhar em conjunto no desenvolvimento de plataformas para veículos autónomos agora revelaram mais detalhes sobre as fábricas de IA do futuro que, acreditam, vão servir as mais variadas indústrias.
Deathloop, Grounded, No Man’s Sky e Mount & Blade 2: Bannerlord são alguns dos títulos disponíveis do PC Game Pass no serviço de cloud gaming GeForce Now da NVidia, configurados nativamente a partir da plataforma da Microsoft.
A gigante dos processadores Nvidia duplicou o volume de negócios num ano no segundo trimestre, para 13,5 mil milhões de dólares, gerando 6,2 mil milhões (5,7 mil milhões de euros) de lucro líquido, mais 843%, excedendo as suas previsões e as do mercado.
Equipado com as especificações mais poderosas do mercado, incluindo um processador Intel Core i9 de 13ª geração e uma gráfica topo de gama GeForce RTX 4090, não há videojogo que “meta” medo ao novo portátil ROG Zephyrus M16. Mas está preparado para investir 5.000 euros numa máquina destas?
Não é o primeiro aviso do género, mas foi agora reforçado pelo CEO da YMTC, um fabricante de chips da China que alerta para o impacto global que as decisões políticas vão acabar por ter na indústria mundial de chips, em termos de inovação e vendas. Há empresas americanas a temer o mesmo.
A NVIDIA indica que um simples vídeo feito com um smartphone alimenta a IA com imagens suficientes para criar uma versão 3D de qualquer objeto. Um cenário mais completo demoraria, no máximo, duas horas a gerar.
A Nvidia está a um passo de integrar o top das empresas mais valiosas do mundo, graças à procura avassaladora de tecnologia que permita colocar os datacenters a “falarem a mesma língua” que as aplicações de inteligência artificial. E tudo com tecnologia que começou a desenvolver há 30 anos.