Crescer pessoal e profissionalmente estão entre as “consequências” mais apreciadas na vida de nómada digital, mas também há desafios a considerar e a minimizar para tirar o melhor partido da experiência, diz quem sabe.
A pandemia acelerou a chegada de novos modelos de trabalho, que nos próximos anos vão ser afinados e acelerados pela necessidade de captar e reter talento. Entre oportunidades e desafios, em Portugal a balança pode pesar mais para as primeiras, mas há ainda muito por fazer e a competição é global.
A estratégia da Madeira para atrair nómadas digitais chegou ao terreno em fevereiro e já é possível fazer contas ao retorno do investimento, mas a região não é a única a atrair estes viajantes. Há várias cidades portuguesas na lista das mais apreciadas pelos nómadas digitais, uma lidera-a.
O documento faz recomendações em áreas como o teletrabalho, o uso de inteligência artificial ou o reforço da capacidade do país para atrair nómadas digitais.
A introdução de tempo adicional ao teletrabalho obrigatório coincide com a prorrogação da situação de calamidade. Mas o Governo quer criar leis permanentes para regular o trabalho à distância.
O Livro Verde para o Futuro do Trabalho já chegou à concertação social e em breve vai para consulta pública. Teletrabalho, nómadas digitais e privacidade são abordados naquela que será a base para futuras alterações à legislação do trabalho. Saiba o que muda.