Chama-se AI Research SuperCluster e a Meta diz que, quando estiver desenvolvido, vai ser o supercomputador de Inteligência Artificial mais rápido do mundo, capaz de chegar a 5 exaflops.
Em 2021 a febre dos NFTs trouxe novas oportunidades de negócio difíceis de prever. Nicolas Julia explora neste artigo as principais tendências que espera que dominem o ano de 2022, defendendo que os NFTs serão os tijolos do Metaverso.
A ideia parece saída de um filme de ficção científica, mas chega de uma patente da Meta, casa-mãe do Facebook, onde são detalhados planos para desenvolver algo descrito como um “dispositivo animatrónico” que tem como objetivo seguir os movimentos oculares dos utilizadores.
Há quem pague mais de 2 milhões de dólares por um terreno virtual. Há ilhas privadas à venda e, tal como no imobiliário real, é a localização que importa.
Ao que tudo indica, o desenvolvimento de um metaverso foi inicialmente considerado, mas passou a estar fora dos planos da Apple para o seu headset de realidade aumentada e virtual, cujo foco será em experiências curtas em áreas como comunicação, visualização de conteúdos e gaming.
A RTFKT foi fundada no inicio de 2020 e para além de sapatilhas virtuais, a startup desenvolveu outros artigos digitais e avatares que podem ser utilizados no metaverso.
Necessitamos constantemente de estimular os nossos sentidos e a tecnologia surge como um catalisador de novas oportunidades. O Metaverso é o clímax dessa estimulação, defende Joãp Rodrigues.
Os 116 lotes de terreno virtual do metaverso da Decentraland foram comprados pela Tokens.com e serão usados como palco para eventos de moda e vendas de peças de roupa virtuais, aproveitando aquilo que vê como o “boom” da indústria da moda digital.
Investigadores desenvolver hardware com funcionalidades hápticas para VR através de químicos aplicados na pele dos utilizadores que acionam respostas ao que está a acontecer o mundo virtual.