Restos de plástico, pontas de cigarro, cápsulas de metal provam que é difícil recolher determinado lixo enterrado na areia da praia. BeBot, um robot elétrico controlado à distância, trata do assunto.
Colocar a sustentabilidade e o problema da produção de resíduos na ordem do dia e, ao mesmo tempo, contribuir para a limpeza de espaços naturais como praias, terrenos ou florestas é o objetivo da “Let's Clean Up Europe”.
Apesar de cada conta oferecer 15 GB de espaço para emails, a utilização diária vai ocupando espaço e chega o momento em que recebemos o alerta de que é necessário tomar ação.
A ideia é da britânica Vollebak que recorre a peças de computadores, de smartphones e de televisores antigos, entre outro lixo eletrónico, para criar um relógio de pulso, mas também a metais como cobre, níquel ou cobalto ou mesmo ouro e prata.
Investigadores europeus descobriram uma forma de prever com mais precisão as órbitas de detritos espaciais, que aumenta substancialmente o número de horas em que é possível fazer as observações.
Numa tentativa de melhorar o mundo onde todos vivemos, a aplicação dá-lhe informação sobre quais os resíduos que devem ir para os diferentes ecopontos.
A plataforma foi anunciada hoje e resulta de um projeto de ciência-cidadã promovido por investigadores do Centro de Ciências do Mar e do Ambiente (MARE) da Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade de Coimbra (FCTUC).
O aglomerado de entulho que flutua no oceano Pacífico tem 17 vezes o tamanho de Portugal. O projeto da Ocean Cleanup quer acabar com ele. Os testes começaram este sábado.
A empresa norte-americana fornece um serviço privado de recolha do lixo que garante a reutilização dos resíduos. Neste sistema, a tecnologia garante o envio de notificações ao cliente, para que este fique a par do destino do seu lixo.