Entre 16 e 17 milhões de estudantes norte-americanos não têm condições de acesso adequadas à banda larga. As suas familias são os principais destinatários de um novo programa da administração Biden.
Conhecido por operar num modelo de "ransomware as a service", o grupo DarkSide afirma-se como apolítico. Porém, são vários os investigadores que indicam que as "boas" intenções dos hackers escondem as suas verdadeiras motivações e a hipótese de ligações à Rússia está sobre a mesa.
O grupo de 44 procuradores-gerais defende que o projeto do Facebook não responde a uma necessidade, mas cria uma, pois “a plataforma apela principalmente a crianças que, de outra forma, não teriam uma conta no Instagram”.
Ao que tudo indica, o ataque de ransomware de dupla extorsão terá sido levado a cabo por um grupo de cibercriminosos conhecido como DarkSide. O caso já está a ser investigado por agências do governo norte-americano e pela FireEye, uma das maiores empresas de cibersegurança do país.
Os dados recolhidos pelo Center for the Governance of Change da Universidade IE, em Espanha, demonstram também que 55% dos jovens europeus com idades abaixo dos 25 anos acreditam que os governos devem partilhar registos de saúde com empresas privadas como a Google.
De acordo com a FireEye, um grupo de hackers conhecido como UNC2630 explorou uma série de falhas de segurança numa VPN da Pulse Secure para atacar agências governamentais e instituições financeiras norte-americanas e internacionais durante meses.
Em questão está um ataque à plataforma da Codecov, uma tecnológica que presta serviço a 290.000 empresas. Uma vez que o incidente conseguiu passar despercebido durante meses, receia-se que as suas consequências possam ser tão graves quanto as do ataque à SolarWinds.
Entre as entidades visadas pela nova ordem executiva de Joe Biden estão seis empresas tecnológicas russas, que são acusadas de apoiar as atividades cibernéticas dos serviços de inteligência do país.
A decisão baseia-se num memorando assinado pelos dois países em 2019 e que sublinha que é necessária uma abordagem de segurança que tenha em conta os riscos, realizando uma avaliação completa e cuidadosa dos fornecedores de tecnologias 5G.