A 21ª edição dos eAwards está à procura de projetos em 15 países da Europa e da América Latina, baseados em tecnologias de alto impacto, que melhorem a qualidade de vida ou resolvam problemas ambientais.
A aliança para as startups que foi fixada em Lisboa passa agora a contar com a República Checa, Eslovénia e França que se juntam a Portugal, Áustria e Espanha. Talento e financiamento são focos prioritários para 2022.
Portugal vai integrar um novo Fundo de Fundos europeu e um balcão único que pretende promover a atração de talento tecnológico, para dar resposta à falta de mão de obra qualificada na área do digital.
Dez anos depois de ser criada, a Startup Lisboa soma mais de 400 startups incubadas e mais de 250 projetos apoiados, que representam cerca de 4.500 postos de trabalho. O futuro passa pela conclusão do Hub Criativo do Beato, onde poderá acolher ainda mais startups.
As inscrições para a sexta edição daquela que se afirma como uma das maiores hackathons universitárias nacionais, estão abertas até ao próximo dia 20 de dezembro. Os projetos a concurso, selecionados pela equipa do TecStorm serão conhecidos a 17 de janeiro.
Este ano houve menos participantes mas não faltou entusiasmo, que se sentia na audiência das talks e na presença das startups, mas também ideias e projetos em crescimento. Com mais de 42 mil pessoas o balanço é positivo e a organização já olha para 2022 e começou a vender bilhetes.
Para a startup brasileira o novo centro tecnológico em Portugal, o seu primeiro na Europa, vai permitir dar um “boost” ao talento e capacidades da sua equipa tecnológica, com foco em engenheiros de software, data scientists, designers e gestores de produto.
Duplicar o número de unicórnios até 2030, e aumentar o número de startups per capita na Europa são dois dos objetivos da Europe Startup Nations Alliance que hoje foi oficializada no Web Summit e que arranca com uma estrutura em Lisboa e orçamento de 2 milhões de euros.
Perante novos dados de um estudo encomendado pelo Ministério da Economia acerca do impacto do Web Summit na economia portuguesa, que apontam para uma revisão em baixa, Paddy Cosgrave remete para a questão das eleições, optando por não fazer qualquer comentário acerca do tema.