A DHL é considerada a marca mais imitada pelos cibercriminosos para enganar utilizadores menos atentos com campanhas de phishing. Microsoft e WhatsApp estão no top 3 das mais usadas em ataques.
Dos “percalços” do Facebook e SolarWinds a bases de dados massivas com milhões de passwords: a mais recente lista de “Password Offenders” da Dashlane destaca alguns dos piores exemplos que marcaram o ano de 2021.
Depois de ter sido alertada por investigadores de cibersegurança, a Google removeu da Play Store nove aplicações para Android que enganavam os utilizadores, fazendo-se passar por serviços aparentemente legítimos. As apps roubavam as credenciais do Facebook das vítimas.
A Check Point Software avança que, apesar do número de fugas de informação divulgadas publicamente decrescido 48% em 2020, o volume de ficheiros comprometidos aumentou 141%, chegando aos 37 mil milhões.