A investigação procura compreender como a música estimula o cérebro, tendo conseguido replicar um dos temas de Pink Floyd através da recolha de dados neurais de 29 pacientes que ouviram a música da banda.
Neurocientistas da Fundação Champalimaud descobriram um "relógio interno" do cérebro, que abre caminho a uma maior perceção do tempo e que pode fazer "avançar o desenvolvimento de novos alvos terapêuticos" para doenças como a Parkinson e Huntington.
Os cientistas acreditam que, no futuro, a criação tem potencial para ajudar a comunidade científica a ganhar um melhor entendimento de como e cérebro e a inteligência funcionam.
Na descoberta dos mistérios do cérebro e no tratamento das principais doenças neurológicas, a tecnologia que já usamos no dia-a-dia é aliada dos médicos na monitorização e acompanhamento dos pacientes e abre caminho a novos desenvolvimentos na neurociência. A Biogen é uma das empresas a trabalhar nesta área.
Treinar o cérebro através de desafios pode ajudar a melhorar a sua memória e a SmartFriends incentiva-o a reunir os amigos para ver quem consegue atingir a pontuação mais alta.
De acordo com investigadores da Samsung e da Universidade de Harvard, o projeto impulsionar o desenvolvimento de sistemas de inteligência artificial que se comportam como cérebros reais e que têm a capacidade de se adaptarem a novas condições, assim como de aprenderem novos conceitos.
De acordo com a empresa, o financiamento será fundamental para acelerar o processo de desenvolvimento da sua tecnologia. “Quanto mais cedo o fizermos, mais rapidamente poderemos ajudar pessoas que precisam de ajuda e que poderiam beneficiar de um implante Neuralink", sublinha.