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Maio 24, 2023Se individualmente, o observatório de raios-X Chandra e o Telescópio Espacial James Webb são poderosos instrumentos de registo de imagens, combinando os dois o resultado só pode melhorar, certo? Dúvidas houvesse, a NASA decidiu pegar em quatro “modelos” e mostrar como exemplo.
Duas galáxias, uma nebulosa e um aglomerado de estrelas surgem em imagens compostas que cruzam os raios X do Chandra – uma forma de luz de alta energia – com os dados de infravermelho de registos do supertelescópio James Webb publicados anteriormente, ambos invisíveis a olho nu.
Cada imagem combina ainda dados dos telescópios espaciais Hubble (luz ótica) e Spitzer, já reformado (infravermelho), além do recurso ao XMM-Newton (raios-X) e ao Telescópio de Nova Tecnologia do Observatório Europeu do Sul (óptico), também usados.
As maravilhas e detalhes destas paisagens cósmicos – as galáxias NGC 1672 e Messier 74, a nebulosa M16 e o aglomerado de estrelas NGC 346 – são disponibilizados mapeando os dados para cores que mulheres e homens podem perceber, explica a NASA.
[photo-gallery id=”346848″ thumbnails=”346849,346850,346851,346852,346853″ layout=”linear”/]À medida que avança pelo Espaço, o telescópio James Webb continua a ajudar a comunidade científica a descobrir os mistérios do Universo. Recentemente, descobriu água num comenta pouco provável. Umas semanas antes, conseguiu obter imagens da formação de estrelas, gás e poeiras em galáxias próximas da Via Láctea, com uma resolução nunca antes vista.
Clique para ver algumas das imagens captadas por James Webb
[photo-gallery id=”313216″ thumbnails=”340995,309760,309761,309757,309758,309759,307225,309380,309379,309376,308027,308028,308026,307291,307285,307280,307279,302716″ layout=”linear”/]As descobertas feitas são vistas pela comunidade científica como um bom sinal sobre as capacidades dos instrumentos do supertelescópio para investigarem sinais de vida em atmosferas de planetas rochosos menores.
