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Setembro 2, 2024O telescópio Hubble foi “convidado” a olhar com mais pormenor para os braços espirais de Andrómeda, a cerca de 2,5 milhões de anos-luz de distância, e mostrou estrelas em formação, ocultas em “jardins cósmicos” brilhantes, que revelam segredos sobre a evolução da galáxia vizinha da Via Láctea.
Também conhecida como M31, Andrómeda é a galáxia principal mais próxima da Via Láctea. Mede aproximadamente 152.000 anos-luz de diâmetro e, com quase a mesma massa da nossa galáxia, um dia vai colidir com ela, mas só daqui a dois a quatro mil milhões de anos.
Como uma galáxia espiral que se preze, os braços sinuosos de Andrómeda são uma de suas características mais notáveis e foi neles que se concentrou o Telescópio Espacial Hubble, num zoom profundo revelador de faixas de gás ionizado. Comuns em galáxias espirais e irregulares, tais regiões indicam frequentemente a presença de formação estelar recente.
“A combinação de berçários estelares e supernovas cria um ambiente dinâmico que estimula o gás hidrogénio em redor, ‘florescendo-o’ num jardim de ‘rosas’ repletas de estrelas, descreve a NASA.
Os cientistas espreitaram os braços espirais de Andrómeda com recurso à Advanced Camera for Surveys (ACS) e à Wide Field Camera 3 (WFC3) do Hubble, para melhor analisarem a coleção de estrelas cravadas nos seus “buquets cósmicos”.
Veja as novas imagens e outras já registadas pelo telescópio Hubble
[photo-gallery id=”349684″ thumbnails=”394021,391098,391099,391100,386603,384526,384210,384211,384212,378151,377741,374854,373343,371631,371632,368146,359963,349687,349686,349694,349688,349693,349700,349701,349695,349702,349703,349696,349692,349704,349698,349705,349706,349697,349685,349683″ layout=”linear”/]A extensão do estudo abrangeu uma vasta gama de estrelas, fornecendo não apenas uma visão clara da história e diversidade estelar de Andrómeda, mas também mais insights sobre a formação e evolução estelar em geral.
“Ao examinar essas estrelas na vizinhança cósmica mais próxima, os cientistas podem entender melhor as que integram galáxias no universo distante”, sublinha a NASA.
