Anacom decide manter frequência de 3,5 GHz atribuída à Dense Air até ao fim do contrato
Dezembro 31, 2019Presidente rotativo da Huawei: sobrevivência da empresa é a prioridade em 2020
Dezembro 31, 2019O problema das alterações climáticas está na ordem do dia e, definitivamente, não veio cedo. Nos últimos 10 anos os avisos feitos outrora pelos cientistas em redor do aquecimento global tornaram-se realidade e a instabilidade tomou conta do Planeta Azul.
Em Terra, há alturas em que essas mudanças se sentem “na pele”, difíceis de ignorar, com as temperaturas a atingirem máximos pouco habituais, ou mesmo recorde, ou os grandes incêndios que daí advêm, como os que assolam neste momento a Austrália. Mas nada como o retrato geral proporcionado pelos “sentinelas” do Espaço.
Lá do alto a visão dos satélites da NASA e da ESA é alargada e, comparando registos de diferentes anos, as diferenças são inegáveis.
É isso que se pode ver numa série de imagens divulgadas recentemente do Alasca, Gronelândia e Antártica. Usando dados de satélites, desde 1972 até à data, o glaciologista Mark Fahnestock, produziu time-lapses de seis segundos de todos os glaciares do Alasca. A série de imagens ilustra mudanças dramáticas.
“Quando vemos estes vídeos percebemos como esses sistemas são dinâmicos e quão instável é o fluxo de gelo”, refere citado pela NASA. Os vídeos ilustram claramente o que está a acontecer aos glaciares do Alasca com o aquecimento global, acrescenta o investigador, e mostram como diferentes glaciares podem responder de forma distinta.
Alguns mostram surtos que param por alguns anos, lagos a tomarem forma onde antes havia gelo ou até mesmo os detritos de deslizamentos de terra a caminho do mar. Outros glaciares mostram padrões que fornecem, aos cientistas, dicas sobre o que impulsiona essas mudanças.
